| As
exportações brasileiras de fécula
de mandioca tiveram crescimento de 38,16% no ano
passado em relação ao ano 2001.
A estatística da Secex (Secretaria de Comércio
Exterior), do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior, revelam
que o setor exportou no ano passado 24.779 toneladas,
contra as 17.935 mil toneladas do ano anterior.
A cada ano as exportações brasileiras
de fécula de mandioca vêm crescendo,
garantindo ao setor um lugar importante na pauta
de exportações brasileiras, contribuindo
para o aumento de divisas do país.
De acordo com o quadro da Secex figuram entre
os maiores compradores da fécula de mandioca
brasileira a Argentina, os Estados Unidos, a Colômbia,
a África do Sul, o Chile, o Uruguai, a
Bélgica, o Canadá, a Holanda, Panamá,
Honduras e Guiana Francesa. A fécula de
mandioca é exportada “in natura”
para esses países, para uso em indústrias
de transformação.
A meta do setor, segundo o Presidente da Abam,
Mauricio Yamakawa, é provocar maior fluxo
do amido de mandioca para a Europa e Estados Unidos,
sobretudo de amidos modificados. Europa e Estados
Unidos são mercados, que consomem, tradicionalmente,
amido de batata na produção de alimentos
como massas, pudins, itens de panificação
(biscoitos, bolachas, pães), entre outros.
A estimativa é que esses dois mercados
deverão responder por cerca de 60% do potencial
de exportação previsto para os próximos
anos.
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