ANO I - Nº1 - Abril - Maio/2003


Conquista do Estrangeiro

As exportações de fécula de mandioca tiveram significativo crescimento - de 38,16%. Foram exportadas no ano passado 24.779 toneladas. Em 2001 as exportações atingiram 17.935 toneladas.

As exportações brasileiras de fécula de mandioca tiveram crescimento de 38,16% no ano passado em relação ao ano 2001. A estatística da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, revelam que o setor exportou no ano passado 24.779 toneladas, contra as 17.935 mil toneladas do ano anterior.

A cada ano as exportações brasileiras de fécula de mandioca vêm crescendo, garantindo ao setor um lugar importante na pauta de exportações brasileiras, contribuindo para o aumento de divisas do país.

De acordo com o quadro da Secex figuram entre os maiores compradores da fécula de mandioca brasileira a Argentina, os Estados Unidos, a Colômbia, a África do Sul, o Chile, o Uruguai, a Bélgica, o Canadá, a Holanda, Panamá, Honduras e Guiana Francesa. A fécula de mandioca é exportada “in natura” para esses países, para uso em indústrias de transformação.

A meta do setor, segundo o Presidente da Abam, Mauricio Yamakawa, é provocar maior fluxo do amido de mandioca para a Europa e Estados Unidos, sobretudo de amidos modificados. Europa e Estados Unidos são mercados, que consomem, tradicionalmente, amido de batata na produção de alimentos como massas, pudins, itens de panificação (biscoitos, bolachas, pães), entre outros. A estimativa é que esses dois mercados deverão responder por cerca de 60% do potencial de exportação previsto para os próximos anos.

 

 

 

   
 
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