Acontece
entre os dias 25 e 28 de outubro deste ano, em
Campo Grande/MS, o XI Congresso Brasileiro de
Mandioca, no Centro de Convenções
"Arquiteto Rubens Gil de Camillo", cujo
auditório tem capacidade para 1.049 pessoas.
O evento é direcionado a pesquisadores,
empresários, produtores rurais, agentes
financeiros, formuladores de políticas
públicas para o agronegócio, estudantes
de graduação e de pós-graduação,
agentes de comercialização, órgãos
de governo, entre outros. A promoção
do evento é do Governo do Estado, com apoio
de diversas entidades setoriais, entre elas a
ABAM.
Estão programados para os quatro dias
do evento 150 painéis científicos;
participação de quatrocentos pesquisadores;
duzentos estudantes de graduação
e pós-graduação; duzentos
produtores rurais; cem industriais; sindicatos,
e outras instituições representativas
do setor. O objetivo dos organizadores é
propiciar espaço para os atuais avanços
científicos tecnológicos; parcerias
estratégicas; condições de
mercado; e, tendências futuras para a cadeia
produtiva da mandioca no País.
O último Congresso Brasileiro de Mandioca
foi realizado no ano de 1999, em Manaus/AM. A
decisão de realizar o evento no Estado
do Mato Grosso do Sul foi fundamentada numa série
de condições. Entre esses fatores
destacam-se a importância econômica
da cadeia produtiva para a agricultura familiar,
assentamentos e comunidades indígenas daquele
Estado; a posição de destaque que
o território ocupa na produção
industrial brasileira: é o segundo maior
produtor de fécula de mandioca do País,
perdendo apenas para o Paraná.
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Destacam-se,
ainda, ações governamentais com
vistas à consolidação e desenvolvimento
da cadeia produtiva da mandioca como a implantação
da Câmara Setorial da Mandioca pela Seprotur
(Secretaria de Estado da Produção
e do Turismo); a inclusão da mandioca no
Programa de APL (Arranjos Produtivos Locais) da
Seplanct (Secretaria de Estado e Planejamento
e de Ciência e Tecnologia), em parceria
com o MCT/FINEP/CNPq, para captação
de recursos para o desenvolvimento tecnológico.
Listam-se, também, outras ações
de órgãos de pesquisa e ensino como
a abertura de edital de demanda induzida pela
Fundect ((Fundação de Apoio ao Desenvolvimento
do Ensino, Ciência e Tecnologia do Mato
Grosso do Sul) para fomento à produção
de conhecimentos; as várias iniciativas
de capacitação de produtores, realizadas
pela Embrapa Agropecuária Oeste, o Idaterra
(Instituto de Desenvolvimento Agrário e
Extensão Rural de MS) e Universidades locais;
a interação entre pesquisadores
de universidades locais e Embrapa Agropecuária
Oeste com outras universidades do País
e com a Embrapa Mandioca e Fruticultura, da Bahia,
com o Cerat (Centro de Raízes e Amidos
Tropicais), o IAC (Instituto Agronômico
de Campinas), e outras instituições;
o interesse do DFA-MS, da Famasul (Federação
de Agricultura e Pecuária do Estado de
Mato Grosso do Sul ), de contribuir com as ações,
tendo em vista a importância da cultura
para agricultura familiar, assentamentos e comunidades
indígenas; entre outras.
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