Indústrias
beneficiadoras de mandioca, de Norte a Sul do
Brasil, contam em seu parque fabril com máquinas
e equipamentos que levam a marca Máquinas
Mádia, cuja unidade está instalada
no Município de Araruna, Norte do Paraná,
numa área de 14 mil metros quadrados, sendo
quatro mil metros quadrados de área construída.
Completando 35 anos de atuação no
mercado, a Máquinas Mádia é
hoje um nome consolidado no segmento de desenvolvimento
e produção de máquinas e
equipamentos para extração de derivados
de mandioca como farinha e fécula.
A indústria foi fundada, no dia seis
de outubro de 1970, por Hélio e Iracema
Gonçalves, pais de Djeyme Badocco Gonçalves
Kühl, Gerente Administrativa, e de Dyógenes
Badocco Gonçalves, Gerente Industrial,
hoje sócios da empresa. De lá pra
cá a indústria cresceu, se modernizou,
buscou novas tecnologias de industrialização,
se automatizou, adquirindo, cada vez mais, especialização
no atendimento deste segmento de mercado.
Os equipamentos produzidos pela Máquinas
Mádia são comercializados nas Regiões
Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. Contudo,
a empresa tem mantido contatos com investidores
estrangeiros, interessados em sua tecnologia.
“Em meados deste ano houve aumento significativo
na demanda internacional, e já estamos
desenvolvendo projetos a serem fechados para o
ano que vem”, conta Djeyme, citando entre
seus potenciais clientes empresas estabelecidas
em outros países da América Latina
e da África.
Embora atinja o País todo com sua linha,
a Máquinas Mádia não atua
por meio de representantes. Todo o atendimento
é centralizado na própria empresa,
onde está estruturado um Departamento Comercial,
gerenciado por Cristiano Kühl. Com a estruturação
deste departamento a empresa intensificou sua
participação em feiras do setor
como patrocinadora ou com stands próprios,
o que vem incrementando a divulgação
de seus equipamentos e projetos.
Inovação - Na sua constante busca
de inovações, a Máquinas
Mádia olha para o futuro com um novo desafio
em mente: o aperfeiçoamento de máquinas
e equipamentos para a extração de
amido de fontes alternativas à mandioca.
“Nossas metas são desenvolvidas com
base em estudos de mercado e projetos bienais.
No ano que vem a empresa estará concluindo
um biênio, tendo alcançado já
neste ano boa parte de suas metas. Profundamente
comprometida com o desenvolvimento tecnológico
do setor, a Máquinas Mádia investe
continuamente em pesquisas e estudos de viabilidade
para o mercado. É com base nesses estudos
que estamos nos voltando agora a essa diversificação”,
observa Dyógenes Gonçalves.
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Ele fala que, em razão da expansão
dos segmentos de amido e farinha de mandioca,
e da conseqüente profissionalização
do setor da mandioca, a Mádia mantém-se
orientada à busca de soluções
tecnológicas, através de projetos
e equipamentos, que possibilitem ao industrial
da mandioca redução de custos e
ganhos efetivos de resultados. “Para garantir
a eficiência dos recursos aplicados e a
potencialização dos resultados a
Mádia investe em constantes treinamentos
de seu corpo técnico”, ressalta.
A preocupação com a inovação
passa, também, pela consciência da
necessidade de ampliação de sua
estrutura física e capacidade produtiva.
Segundo Cristiano Kühl, “a Mádia
busca manter seu diferencial através do
desenvolvimento de projetos individualizados,
criados sobre plataformas de softwares de alto
rendimento e última geração”.
Manipueira - entre as inovações
introduzidas pela Máquinas Mádia
em indústrias produtoras de amido de mandioca
se destaca o filtro prensa automático para
extração da manipueira - subproduto
ou resíduo da industrialização
da mandioca.
Esta água pode trazer sérios problemas
de poluição, se despejada no meio
ambiente, pelo fato de conter cianeto. “Com
a instalação do filtro prensa automático
há concentração e descarte
deste resíduo, o que implica em menores
volumes, e, conseqüentemente, na redução
dos custos de tratamento da água residual.
Além disso, contribui para minimizar o
impacto ambiental”, declara Djeyme.
Segundo ela, “todo este esforço
apresentado pela Máquinas Mádia
no desenvolvimento de máquinas e equipamentos
para o atendimento ao setor agrícola se
dá pelo entendimento que a agregação
de valor nesta área é um dos meios
de geração de renda socialmente
aprovável para o Brasil”. É
com esta filosofia que a Mádia projeta
seu futuro.
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