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Cargill Amidos e Adoçantes, associada à
ABAM, expôs na Food Ingredients um amido
modificado de mandioca para uso na fabricação
de maionese. É o Amidomax 5500, que integra
uma série de produtos da multinacional;
uma fécula modificada, com sabor neutro
e estabilidade no gel final, recomendada para
uso em processos que exijam resistência
à temperatura, acidez e agitação.
Além da maionese, o produto pode ser usado
também em polpas de frutas, recheios de
frutas, sopas enlatadas, molhos ácidos
e alimentos termoprocessados.
De acordo com, Celso Ramos, Gerente de Pesquisa
e Desenvolvimento para Amidos e Adoçantes,
Superintendente Industrial da planta da Cargill
em São Miguel do Iguaçú/PR,
o Amidomax é usado como espessante e estabilizante.
“Como espessante ele dá corpo, substituindo,
parcialmente, gomas de origem vegetal como carragena
e xantana; como estabilizante, não deixa
separar os ingredientes”, explica.
A produção desse item é,
segundo Ramos, específica da Cargill brasileira
- a Cargill tem duas unidades no Brasil: uma em
São Miguel do Iguaçu, no Paraná,
e outra em Uberlândia, no Estado de Minas
Gerais. “Há um ano e meio estamos
trabalhando para atender a Cargill dos Estados
Unidos e da Europa, no que se refere à
produção de amidos modificados de
mandioca”, relata.
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Amido foi desenvolviddo pela Cargill
Ramos conta que as unidades da multinacional
na Europa e Estados Unidos, também produzem
amidos modificados para maionese, com formulações
diferentes, visando atender o perfil do consumidor,
e, com base nas condições de processamento
das unidades no exterior. “Na verdade, resulta
no mesmo produto. Só que, alguns, com maior
acidez, e outros com maior tempo de prateleira,
propiciado pelos equipamentos disponíveis”,
salienta Ramos.
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