Nesta Edição
Editorial
Consemandioca - Elo entre produtor e indústria
Ministro ultima preparativos da Câmara Setorial da Mandioca
Centro Tecnológico da mandioca
Prognóstico Saudável
Mandioca Orgânica ganha terreno
Plantio de mandioca em expansão
FOOD Ingredients
Amido modificado de mandioca retarda derretimento de sorvete
Maionese com pitadas de amido de mandioca
Estudo de alternativas para o Tratamento de Resíduos Líquidos em Fecularias
Pasquini representa ABAM em Seminário
C.Vale - Conceito ultramoderno de agroindústria
Fecularia Juriti - Conquista da autosuficiência
Destaques
 
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ANO I - Nº4 - Outubro - Novembro/2003

 

Maionese com pitadas de amido de mandioca

A Cargill Amidos e Adoçantes, associada à ABAM, expôs na Food Ingredients um amido modificado de mandioca para uso na fabricação de maionese. É o Amidomax 5500, que integra uma série de produtos da multinacional; uma fécula modificada, com sabor neutro e estabilidade no gel final, recomendada para uso em processos que exijam resistência à temperatura, acidez e agitação. Além da maionese, o produto pode ser usado também em polpas de frutas, recheios de frutas, sopas enlatadas, molhos ácidos e alimentos termoprocessados.

De acordo com, Celso Ramos, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento para Amidos e Adoçantes, Superintendente Industrial da planta da Cargill em São Miguel do Iguaçú/PR, o Amidomax é usado como espessante e estabilizante. “Como espessante ele dá corpo, substituindo, parcialmente, gomas de origem vegetal como carragena e xantana; como estabilizante, não deixa separar os ingredientes”, explica.

A produção desse item é, segundo Ramos, específica da Cargill brasileira - a Cargill tem duas unidades no Brasil: uma em São Miguel do Iguaçu, no Paraná, e outra em Uberlândia, no Estado de Minas Gerais. “Há um ano e meio estamos trabalhando para atender a Cargill dos Estados Unidos e da Europa, no que se refere à produção de amidos modificados de mandioca”, relata.

 

 


Amido foi desenvolviddo pela Cargill

 

Ramos conta que as unidades da multinacional na Europa e Estados Unidos, também produzem amidos modificados para maionese, com formulações diferentes, visando atender o perfil do consumidor, e, com base nas condições de processamento das unidades no exterior. “Na verdade, resulta no mesmo produto. Só que, alguns, com maior acidez, e outros com maior tempo de prateleira, propiciado pelos equipamentos disponíveis”, salienta Ramos.

   
 
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