| FIEP
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| Em viagem a Curitiba/PR
uma comitiva, formada por industriais do setor,
esteve na sede da Fiep (Federação
da Agricultura do Estado do Paraná), para
conversar acerca de ações ligadas
ao centro tecnológico da mandioca, a ser
instalado no Município de Paranavaí/PR.
Participaram da reunião o Presidente da entidade,
Rodrigo Rocha Loures, o Vice-presidente; o Superintendente
Corporativo do Sistema Fiep, Artur Carlos Peralta
Neto, e o Diretor Adjunto Regional do Senai/PR,
João Barreto Lopes. |
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A audiência
foi agendada pelo deputado federal, Odílio
Balbinotti. O objetivo, segundo Ivo Pierin Júnior,
Vice-presidente da Faep e Presidente do Sindicato
Rural de Paranavaí, foi ajustar detalhes
do workshop acontecido em Paranavaí no dia
17 de março, visando estabelecer qual será
a atuação do Senai, que ficou responsável
pela realização de um diagnóstico
das farinheiras paranaenses, juntamente com o Sebrae,
objetivando promover sua modernização. |
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| Pesquisa 1 |
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| Preocupados com a
disseminação de doenças que
afetam a mandioca, e com a falta de investimentos
em pesquisa científica voltada à cultura,
e, ainda, com a redução no plantio
no Estado do Paraná, associações
de municípios de regiões produtoras
entregaram um documento ao Vice-governador e Secretário
de Estado da Agricultura, Orlando Pessutti, com
reivindicações para o setor. |
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Consta do documento
solicitação de empenho do Governo
no sentido de investir na contratação
de pesquisadores; disponibilização
de técnicos agrícolas para atuar como
auxiliares de pesquisa; e, de funcionários
de campo, nas quatro áreas prioritárias
do Estado. |
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| Pesquisa 2 |
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| O documento entregue
a Orlando Pessutti ressalta que existe no município
de Paranavaí/PR uma estação
de trabalho, cuja estrutura poderá ser dinamizada,
passando a atender os demais municípios.
Assinaram o documento a Presidenta da Amerios (Associação
dos Municípios Entre Rios) região
de Umuarama/PR, prefeita de Iporã/PR, Maria
Aparecida Zago Udenal; |
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O Presidente da Amunpar
(Associação dos Municípios
do Noroeste do Paraná) região de Paranavaí/PR,
prefeito de Nova Londrina/PR, Arlindo Adelino Troian;
e, o Presidente da Amop (Associação
dos Municípios do Oeste do Paraná)
região de Cascavel/PR, prefeito de Medianeira,
Luiz Yoshio Suzuke. |
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| Câmara Setorial
PR 1 |
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| O Secretário
da Agricultura do Estado do Paraná, e Vice-governador,
Orlando Pessutti, vai criar a Câmara Setorial
da Mandioca do Paraná. Pessutti vai também
buscar a viabilização de uma parceria
do Governo do Paraná com a Embrapa (Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária), visando
incrementar as pesquisas na área da mandioca
no Estado. O compromisso foi firmado com um grupo
de industriais do setor de amido de mandioca que
esteve em audiência com ele, agendada pelo
Presidente da Claspar, Eduardo Baggio. Além
do Presidente da ABAM, João Eduardo Pasquini
e Eduardo Baggio, integraram a comitiva os industriais
Ivo Pierin Júnior, Vice-presidente da Faep
e Presidente do Sindicato Rural de Paranavaí;
Hermes Campos Teixeira, Vice-presidente do Sindicato
das Indústrias de Mandioca do Estado do Paraná;
Miguel Tranin, Diretor-presidente da Copagra; e,
Valter de Moura Carloto, Gerente da C.Vale, membro
da Atimop (Associação Técnica
das Indústrias de Mandioca do Estado do Paraná). |
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| Câmara Setorial
PR 2 |
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As decisões
tomadas pelo Secretário Orlando Pessutti
foram impulsionadas pelas ações de
todos os integrantes da cadeia produtiva: técnicos,
produtores e industriais, se consolidando com um
dossiê do setor, que lhe foi entregue na audiência.
O dossiê mostra ao Governo os problemas que
o Paraná vem enfrentando no que se refere
à falta de pesquisas e redução
do cultivo da mandioca. Os detalhes de implementação
da Câmara Setorial ficaram a cargo do técnico
da Seab/Deral, Methodio Groxko. No dia 14 de maio
aconteceu na sede da ABAM uma reunião entre
técnicos para tratar sobre o assunto.
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| No Pará |
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Conforme a Sagri
(Secretaria Especial de Produção e
Executiva de Agricultura do Estado do Pará)
a valorização da mandioca vem aumentando
no mercado brasileiro devido sua grande capacidade
de gerar subprodutos explorados por indústrias
dos segmentos farmacêutico, alimentar, têxtil,
de mineração, entre outras, garantindo
a agregação de valores e a geração
de empregos.
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Nos últimos
11 anos houve um crescimento de 57,1% na produção
de mandioca naquele Estado, passando de 2.626 toneladas
em 1992, para 4.128 toneladas em 2002. O crescimento
foi resultado da incorporação de novas
áreas de plantio e o aumento da produtividade,
que no mesmo período cresceu 11%, variando
de 12,74 t/ha para 15,17 t/ha. |
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| Sagri |
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| Constata a Sagri
que a valorização da mandioca vem
crescendo no mercado brasileiro devido sua grande
capacidade de gerar subprodutos que são aproveitados
em indústrias como a farmacêutica,
alimentar, têxtil, de mineração,
entre outras, garantindo a agregação
de valores e a geração de empregos. |
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Nos últimos
11 anos houve um crescimento de 57,1% na produção
de mandioca no Pará, passando de 2.626 toneladas
em 1992, para 4.128 toneladas em 2002. O crescimento
foi resultado da incorporação de novas
áreas de plantio e o aumento da produtividade,
que no mesmo período cresceu 11%, variando
de 12,74 t/ha para 15,17 t/ha. |
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| Produção
RN |
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No Estado do Rio
Grande do Norte a área estimada de mandioca
para este ano é de 48.000 hectares, significando
mais de 20% em relação à área
do ano passado. O rendimento médio no estado
é inferior a 12/t/ha, considerado baixo em
função da pouquíssima tecnologia
empregada. Do total de raiz produzida 60% vai para
a fabricação de farinha; 15% para
goma; 15% para consumo in natura e 10% para ração
animal (esse só não é maior
este ano em função do bom inverno,
quando os animais contam com outras opções
de alimentos).
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Nos dois últimos
anos, o estado tem se mantido auto-suficiente em
produção, chegando a exportar raiz
e farinha de mandioca para outros estados. Os preços
estão num patamar alto. Os produtores de
farinha do Estado de Pernambuco, que em 2003 teve
forte estiagem, foram comprar raiz no Rio Grande
do Norte, chegando a pagar até R$ 300,00/t
(preço nunca antes praticado por lá).
Por não existir fecularias na região
o Nordeste é um potencial importador de fécula
do PR,MS SP e SC. (por Luis Gonzaga araújo
e Costa - Conab-RN) |
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| Visitas no Pará
1 |
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| O Presidente
da ABAM, João Eduardo Pasquini, e o Presidente
da Câmara Setorial da Mandioca, Mauricio Yamakawa,
permaneceram em Belém, logo após a
instituição da Câmara pelo Ministro
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,
Roberto Rodrigues. Juntamente com outros industriais,
eles participaram de visitas a plantios de mandioca
e casas de farinha (indústrias de farinha
de mandioca). As visitas foram organizadas pela
Federação da Agricultura do Estado
do Pará, e acompanhadas por Jorge Luiz Botelho
Soares, Supervisor do Senar; Eneias de Andrade Fontes,
Técnico em Agropecuária da Emater/PA;
e, Djalma Benício Mariz, Secretário
Municipal da Agricultura de Castanhal/PA. Participaram
das visitas, Cleto Lanziani Janeiro, Presidente
da Aproman (Associação dos Produtores
de Mandioca do Paraná); Luis Carlos Losio,
Diretor da Yoki-Indemil e representante da ABIA
(Associação Brasileira das Indústrias
de Alimentos) na Câmara; |
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Methodio Groxko,
Técnico do Deral/Seab (Departamento de Economia
Rural da Secretaria da Agricultura do Estado do
Paraná); Nilton Jacobsen, Presidente do Sindicato
das Indústrias de Mandioca do Paraná;
Antonio Donizetti Fadel, Presidente do Sindicato
das Indústrias de Mandioca do Estado de São
Paulo; e, Ivo Pierin Júnior, Vice-presidente
da Faep (Federação da Agricultura
do Estado do Paraná), representante da CNA
(Confederação Nacional da Agricultura). |
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| Visita no Pará
2 |
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As visitas revelaram
que no Pará a mandioca tem pouca utilização
industrial, sendo, na maior parte, cultivada para
o consumo humano, na forma de raiz ou de farinha
de mandioca. Porém, o Governador Simão
Jatene já mostrou, através de ações
como a isenção de ICMS para indústrias
que estão se instalando naquele território,
que quer reverter a situação, transformando
o Pará também num grande produtor
de amido de mandioca.
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